colunistas do impresso

Até pode ser fake news

Poderíamos prevenir todo o sofrimento social que a arrogância política produz ao negar valor às evidências que o mundo médico já observou

Em 1789, Edward Jenner, um médico britânico, observou que pessoas que ordenhavam vacas portadoras de lesões nas tetas, semelhantes à varíola humana, tornavam-se imunes à varíola, doença epidêmica que assolava a humanidade desde priscas eras e que chegou a ser usada como arma biológica para promover extermínio, como fizeram os portugueses nos primeiros tempos da colonização para combater tribos indígenas que não se submetiam aos seus propósitos.

A ciência da época não sabia explicar o fenômeno da imunidade adquirida e Edward Jenner, em face da evidência observada nas pessoas que não se infectavam com a varíola, teve a sábia intuição de instilar o pus das lesões das vacas em uma criança que, depois de curada das feridas, foi inoculada com o pus da varíola e não desenvolveu a doença. Jenner repetiu a experiência em várias pessoas, inclusive no seu próprio filho, até conseguir convencer os cientistas da época da importante descoberta. O processo imunitário foi criado pela natureza que, através de milhões de anos, desenvolveu recursos de preservação da vida. Ao homem foi dada a faculdade de observar as evidências e tentar entendê-las.

Em 2015, o japonês Satoshi Õmura e o irlandês/americano William Campbell recebem o Prêmio Nobel de Medicina por terem descoberto e desenvolvido um medicamento que mudou a face da saúde pública no mundo inteiro: a Ivermectina. Produzida, sob patente, pela Merck-Sharp&Dome, ela revolucionou a pecuária permitindo o tratamento de verminoses e ectoparasitas que infestavam os rebanhos. Anos mais tarde foi usada para tratar seres humanos, quando se mostrou extremamente eficaz para tratar oncocercose, filariose, sarna, piolhos e até vírus. Os pediatras usam, há anos, para o tratamento das êntero-colites virais. Agora as evidências estão mostrando que nos países africanos e na Índia, onde a Ivermectina vem sendo usada há anos no combate à oncocercose, a incidência da Covid-19 é bem menor.

Também a evidência de que o uso da Ivermectina para tratar um surto de sarna em um asilo de velhos na França, protegeu da pandemia viral que assolou a comunidade onde estavam inseridos. Vários comunicados, oriundos de diferentes partes do mundo, têm sofrido censura da mídia tradicional e, só chegam ao conhecimento das pessoas por que a internet não pode ser bloqueada.

O Dr. Vladimir Zelenko foi recentemente indicado pelo "America's Frontline Doctors" para receber o Prêmio Nobel da Paz, por ter sido o pioneiro no tratamento precoce da Covid-19 com o protocolo que usa a hidroxicloroquina, zinco e azitromicina. Mesmo que não venha a ser o escolhido pela comissão norueguesa, sua indicação mostra a importância que a comunidade médica está dando ao assunto. Inquirido sobre a resistência da mídia tradicional em difundir essas novas, o Dr. Zelenko diz textualmente: "é muito simples, a resistência chama-se política, lucro, arrogância e medo". Se, eventualmente o Nobel da Paz lhe for conferido, ficará eternamente registrado o ridículo da CPI da Covid no Senado Federal.

As figuras caricatas de um Renan Calheiros, de Omar Aziz, Otto Alencar, da bióloga Natalia Pasternak e dos âncoras televisivos a serviço da contra informação, ficarão para sempre registrados como colaboradores de uma campanha antiética, imoral e responsável pela morte de um número incalculável de seres humanos que poderiam ter evitado a morte se tivessem sido atendidos em tempo hábil pelos conhecimentos terapêuticos e preventivos que se acumularam durante essa pandemia e que servirão, no futuro, de embasamento científico para enfrentar novas epidemias.

No momento, a vacinação em massa tem sido o único recurso que a "ciência oficial" admite como válido. No entanto, enquanto esperamos pela cessação da transmissão viral produzida pela imunidade de rebanho, poderíamos estar prevenindo as internações hospitalares, as condenações dos intubados e todo um sofrimento social que a arrogância política produz ao negar valor às evidências que o mundo médico já observou. Quem não difunde os conhecimentos que estão se acumulando também é responsável pelo genocídio que continua não só no Brasil.


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