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opinião

Ano eleitoral

06 Janeiro 2018 12:00:00

A polarização entre dois nomes que se combatem é outro grande risco. O interesse da nação fica em segundo plano



Este ano de 2018 será mais um ano em que teremos eleições gerais, para senadores, deputados federais, governadores e presidente da República. Será um ano trepidante, de clima tenso e de difíceis decisões. Delas dependerá nosso futuro imediato. Poderemos continuar com um congresso inconfiável ou poderemos fazer uma verdadeira revolução com o voto consciente e sábio. Nosso futuro depende disso. Se soubermos fazer escolhas certas, descartando essa multidão de corruptos e renovando nosso Legislativo com maioria de representantes honestos, éticos e patriotas, teremos respostas imediatas aos anseios da nação! Caso contrário...

Para presidente da República, estamos vivenciando um clima quente, muito semelhante ao de 1960, quando o candidato Jânio Quadros, com sua vassoura, prometia varrer a corrupção deste país. Apesar de ter sido vereador, prefeito e governador do Estado de São Paulo, sua experiência administrativa não foi suficiente para fazer funcionar um governo transformador. Acabou renunciando e precipitando a convulsão social que desembocou em 1964 e nos longos Anos de Chumbo.

Na redemocratização, repetimos os mesmos erros e fomos induzidos pela Rede Globo a votar no Caçador de Marajás. Fernando Collor de Mello, não só não conseguiu caçar os marajás como se incorporou ao sistema corrupto com práticas condenáveis, ainda que bem menores do que aquelas de seus sucessores. A corrupção ganhou fôlego e vem infelicitando este país de uma maneira nunca vista. A reação do Ministério Público, da Polícia Federal e da Judicatura respeitável desta nação, tem criado uma expectativa de mudanças. Os corruptos agora têm nome e partidos; basta ao eleitor atento identificá-los e excluí-los. Será uma revolução dentro das leis, perfeitamente constitucional: O voto é a tua única arma.

Nosso povo tem a tendência insopitável de procurar e acreditar no "Salvador da Pátria". Esse é o grande risco que corremos. A polarização entre dois nomes que se combatem mortalmente é outro grande risco. O interesse da nação fica em segundo plano e a guerra travada entre dois populistas parlapatões, predomina. Se a Justiça conseguir excluir um dos contendores, teremos um pleito mais democrático, não contaminado com extremismos e suscetível de resultado mais promissor.

Nenhum líder governa uma nação sem uma grande equipe de colaboradores, competentes e confiáveis. Precisa do apoio do congresso e do judiciário, sem o que se esterilizará em lutas intermináveis. Dependerão de nós essas escolhas! É uma grande responsabilidade e deveremos pedir que uma luz ilumine nossas decisões para que possamos redimir o Brasil. Esses são os nossos votos neste novo ano que se inicia.

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