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Uma vez retomada, Central de UTI levará mais um ano para ser concluída

Reitor da UFSM obteve sinalização de liberação de R$ 731 mil para término da obra

Foto: Renan Mattos (Diário)
Obra foi iniciada em agosto de 2013 e tinha previsão de ser concluída em 2015, o que não aconteceu

Ao fim dos dois dias de agenda na Capital Federal, o reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Paulo Burmann, trouxe na bagagem algumas sinalizações. Nem por isso garantias ou a expectativa de dias melhores para a maior instituição de Ensino Superior da cidade. Burmann cumpriu os compromissos, basicamente, nos ministérios da Educação (MEC) e da Economia e também na Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que faz a administração do Hospital Universitário de Santa Maria (Husm). Na sede da empresa, em Brasília, Burmann obteve a sinalização da liberação de um aporte de R$ 731 mil, que possibilitaria a conclusão da Central de UTI, que está parada desde junho de 2018. 

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A obra é um gargalo e um nó difícil de ser desatado, já que desde que iniciada - em 2013 - deveria ter sido concluída em 2015, o que nunca aconteceu. Ao longo de quase seis anos, a Central de UTI para que possa ser retomada terá de passar por nova licitação. Quando isso acontecer, serão necessários mais 12 meses para a conclusão da obra. Desde a última paralisação, há um ano, ela contabilizava 70% dos serviços feitos. Até o momento, foram investidos R$ 5,8 milhões. Para que a obra receba os R$ 731 mil, a Ebserh terá de pleitear o montante ao MEC e ao Ministério da Economia.

O diretor administrativo do Husm, João Batista Vasconcellos, disse à reportagem que a verba para a Central de UTI está por ser liberado e que a licitação deve ser lançada em breve.

Outra questão que preocupa o reitor é o contingenciamento da universidade, que segue valendo, e impedirá, a curto prazo, de a universidade a cumprir com suas obrigações mais emergenciais no campus principal e demais campi:

- A universidade não vai fechar. Mas de forma gradual, ela deixará de cumprir com suas obrigações em decorrência da falta de limite orçamentário. Ou seja, terceirizados e demandas, como água e luz, passarão a ser vistas caso a caso. Isso, é claro, se a projeção de bloqueio persistir. 


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