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Reforma do Calçadão começa em janeiro de 2020

Investimento privado será de R$ 1 milhão

Foto: Reprodução (PMSM)
Serviços, uma vez iniciados, devem durar até seis meses

A reforma do Calçadão de Santa Maria deve começar a tomar forma na primeira semana de janeiro de 2020. A projeção é do secretário de Desenvolvimento Econômico, Ewerton Falk. Com isso, uma vez iniciada, a obra deve ser finalizada em cinco a seis meses. Ou seja, até junho do próximo ano a cidade deve ter a entrega do que a gestão Pozzobom (PSDB) chama de "um novo Calçadão". Os serviços serão executados pela De Marco Incorporações Imobiliárias, construtora de Erechim, que fará 23 prédios no Bairro Camobi, aportando R$ 122 milhões na economia local. A empresa é a mesma que estará à frente, junto com o Hospital de Caridade, na construção das novas capelas mortuárias do Ecumênico

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Na tarde da quarta-feira, o engenheiro civil e dono da construtora, Carlos Eduardo De Marco, estará em Santa Maria para uma reunião com o secretário Falk. A ideia é que, ao fim da agenda, se tenham alinhados cronograma e todo o planejamento acerca da obra, que está orçada em R$ 1 milhão. Valor que será custeado pela construtora por meio de uma medida compensatória - um instrumento que o governo municipal tem utilizado para condicionar onde e como quer que certos serviços sejam feitos junto àquelas empresas que invistam em Santa Maria.

- A tendência é que as obras se iniciem na primeira semana de janeiro. Amanhã, nessa reunião, vamos alinhar eventuais cronogramas e, inclusive, todo o planejamento e metodologia de trabalho. E o mais importante é que a população tenha entendimento que, por mais que seja uma obra complexa, ao fim dos serviços, teremos um novo Calçadão - diz Falk.

Em decorrência da complexidade que a obra trará - como a troca de galerias pluvial (água da chuva) e de esgoto, retirada de todo o piso (e colocação de novo) -, haverá necessidade de utilização de maquinário pesado. E por isso mesmo é que o Centro e o entorno do Calçadão serão impactados durante os trabalhos. Falk adianta que é bem possível que haja necessidade de se fazer a retirada de algumas vagas de estacionamento da Rua Dr. Bozano, mais especificamente na chamada 2ª quadra, para garantir que as máquinas fiquem ali. 

- Serão máquinas pesadas e elas não poderão ficar entrando e saindo do Calçadão por motivos óbvios. Então, por isso que haverá necessidade de que essas máquinas tenham de ficar ali na Bozano - avalia o secretário.

Já na quarta-feira à noite, Falk estará reunido com representantes do Sindilojas e da CDL para comunicar do impacto que a obra trará ao comércio do entorno. Quanto aos projetos complementares (já concluídos), é aguardada, agora, a análise e a aprovação por parte da RGE e da Corsan, o que deve ocorrer nos próximos dias.

CAPELAS
A De Marco Incorporações Imobiliárias ainda realizará parte das obras junto ao Cemitério Ecumênico Municipal. À construtora caberá fazer a infraestrutura do entorno. Ou seja, o cercamento do local, as calçadas e ainda a construção de salas da parte administrativa, banheiros, estacionamento, entre outros. Já a outra metade será executada pelo Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, que construirá cinco capelas mortuárias. Ainda na semana passada, o HCAA assinou o contrato no valor de R$ 1 milhão com a BK Construções, que ficará responsável pelos serviços, conforme o empresário Ruy Giffoni, que é da provedoria do hospital e integrante do Conselho Fiscal.




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