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Para ser reformado, Calçadão terá restrição de acesso por até quatro meses

Revitalização, que será custeada por empresa privada, começa em 8 de janeiro de 2020

Foto: Renan Mattos (Diário)
Antes da grande reforma, Calçadão tem passado por intervenções pontuais

A construção do novo Calçadão de Santa Maria foi a pauta do encontro do secretário de Desenvolvimento Econômico, Ewerton Falk, e o engenheiro civil e dono da construtora, Carlos Eduardo De Marco, que ficará responsável pela empreitada. Durante a reunião, realizada na manhã desta quarta-feira, foram detalhadas as fases, os cronogramas e o planejamento em torno dos serviços, que devem durar de cinco a seis meses, e que serão custeados pela empresa. A estimativa é que a construtora de Erechim aporte R$ 1 milhão na obra. Valor que será custeado pela construtora por meio de uma medida compensatória - um instrumento que o governo municipal tem utilizado para condicionar onde e como quer que certos serviços sejam feitos junto àquelas empresas que invistam em Santa Maria. 

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De Marco reforçou que os serviços começam no mês de janeiro. O saldo disso, explica, é que haverá necessidade de se "fechar o Calçadão de fora a fora". Ou seja, do entroncamento das ruas Dr. Bozano com a Floriano Peixoto até a Caixa Econômica Federal (quase no viaduto Evandro Behr) haverá restrição na circulação do público. Assim, ficarão duas passagens livres - uma de cada lado do Calçadão - que passarão em frente às lojas, cada uma com 1,5 metro. Isso quer dizer que não será mais possível acessar o Calçadão pelo meio. A travessia encurtada ao passar pelo centro do Calçadão ficará inviável de ser feita. Situação que deve durar de três a quatro meses.

A ideia, explica o engenheiro, é que os trabalhos sejam executados de segunda a sábado e, dentro do possível, ainda nos domingos. Tudo para dar celeridade às atividades.

- Dentro do cronograma ideal é que, até maio, tenhamos tudo concluído - resume De Marco, que está à frente de um investimento imobiliário de R$ 122 milhões no Bairro Camobi.

Quando o canteiro de obras estiver montado e as obras, e em pleno funcionamento, devem ser gerados, ao menos, 40 postos de trabalho. Agora, ainda precisam ser ajustados mais alguns detalhes como, por exemplo, se o maquinário ficará junto ao canteiro ou em parte da 2ª quadra da Rua Dr. Bozano.

Na noite desta quarta-feira houve uma reunião da prefeitura com o Sindilojas e com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), onde ficou definida a data do começo da revitalização: 8 de janeiro de 2020.

A empresária Marli Rigo, que preside a CDL, avalia que a obra deve ser vista à luz dos ganhos que isso trará aos comerciantes e ao público.

- É algo que, de longa data, precisava ser feito. E o importante é que não se terá uma reforma. Mas, sim, um novo Calçadão, totalmente repaginado. O que tenho dito é que se precisa reconhecer a boa vontade do governo municipal em fazer com que isso aconteça.

Marli destaca que um diferencial da obra é que os tapumes não serão de madeira. Mas, sim, de metal. Isso permitirá com que os lojistas fixem mensagens das próprias lojas ao destacar que, ao fim das obras, o Calçadão "será um espaço mais atrativo e um cartão de visita condizente com a cidade":

- Tenho dito que devemos ter a consciência da importância de que essa obra é muito maior do que qualquer eventual transtorno.


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