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O grito seletivo de quem diz defender a universidade pública

Colunista fala sobre a mudança de postura de alunos e de sindicatos em temas do Ensino Superior

Foto: Thays Ceretta (Diário)

O martírio das universidades públicas não é algo que se iniciou em janeiro de 2019. Aliás, isso é algo que vem desde a gestão da então presidente Dilma Rousseff (PT) e continuou durante o mandato tampão de Michel Temer (MDB). E segue em curso até aqui.

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Os investimentos pesados - com obras e expansão de vagas do Ensino Superior - se deram na era Lula. Isso, aliás, só foi possível porque o seu antecessor, FHC, ao tirar o país da hiperinflação e ao organizá-lo, no âmbito econômico, pavimentou o caminho para que Lula viabilizasse investimentos nas universidades e na sua expansão. Mérito do petista. Mas sem deixar de observar o saldo deixado pelo tucano.

Ainda assim, o que se vê nas manifestações de sindicatos e de estudantes ligados a partidos é uma cruzada contra o governo Bolsonaro. É claro que ele dá motivos, justamente por não entender o papel transformador da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento do país.

Mas não se viu nenhuma manifestação contumaz contra Dilma por parte desses mesmos que hoje esbravejam contra Bolsonaro. O que faz crer que, em certas épocas, o barulho e as vozes se encontram em um silêncio contundente e, muito, seletivo.    



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