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religião

Festa do Divino encanta a população de Caçapava do Sul

14 Maio 2018 11:00:00

Celebração começou na sexta-feira e, pela primeira vez, não tem o barulho dos foguetes

Fotos: Juliano Porto (Divulgação)/  Celebração católica é uma das mais antigas do Estado

A Festa do Divino Espírito Santo, que começou na sexta-feira e vai até o próximo domingo, em Caçapava do Sul, reuniu um bom público sábado e domingo. Criada em 1839, a festa cristã é um dos mais antigos eventos católicos do Rio Grande do Sul. Nas noites de festa, sempre às 19h30min, ocorrem procissão e novena. Este ano, a Igreja Católica substituiu os tradicionais foguetes por fogos de artifício que colorem o céu e não provocam estampidos.

Segundo o padre Rudinei Lasch, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Assunção, a Festa do Divino Espírito Santo envolve bastante a comunidade de Caçapava do Sul.

O convite é feito em festas nas capelas, que ocorrem durante dois meses, período em que a população é convidada a participar e a fazer ofertas.

Durante a Festa do Divino, a cada noite, uma entidade participa da novena, como convidada especial. Na lista, estão CTGs, escolas e clubes de serviços, entre outras organizações. Os componentes do grupo convidado entram na igreja com a Bandeira do Divino, que é o símbolo da celebração. Depois da novena, ocorrem jantares e o tradicional bingo no salão paroquial.

- Remontamos toda a corte portuguesa com crianças, imperador e imperatriz, para relembrar a corte que veio para o Brasil. E resgatamos uma questão regional, que é nossa - explica o padre Rudinei.

A festa cristã chegou ao Brasil por meio dos portuguesas no Século XVI, tornando-se uma das maiores expressões em termos de devoção popular brasileira. Ela comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Cristo e, por isso, ocorre 50 dias após o Domingo de Páscoa, o que corresponde ao Pentecostes do calendário oficial católico.

Em Caçapava do Sul, a Festa do Divino ficou 30 anos sem ser realizada, sendo retomada em 1994, quando os foguetes começaram a ser utilizados junto com o badalar dos sinos da Igreja Matriz como convite aos fiéis. E já que, a partir de agora, o foguete foi abolido, a Igreja passou a usar as redes sociais, como o Facebook e o Watshapp, para chamar os devotos.


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