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surto de toxoplasmose

Prefeitura foca na fiscalização de alimentos para evitar novos casos de toxoplasmose

11 Maio 2018 10:00:00

Origem da contaminação do maior surto do Estado ainda não está definida

Dandara Aranguiz

Foto: Gabriel Haesbaert (Diário)

Na manhã de ontem, feirantes, produtores rurais, agricultores, supermercadistas e demais representantes do ramo alimentício de Santa Maria e região participaram de uma reunião de trabalho promovida pela prefeitura para esclarecer dúvidas a respeito do surto de toxoplasmose na cidade, que já pode ser considerado o maior do Estado.  

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A ideia era orientar o segmento das formas de prevenção e cuidados necessários com os alimentos, além de fazer um alerta ao setor, já que a fonte de contaminação ainda não foi identificada.

- Cada um tem que fazer a sua parte, é uma responsabilidade de todos aqui reunidos, não só da prefeitura ou de órgãos de fiscalização. A situação é de saúde pública e afeta todo o nosso setor econômico também. Todas as medidas de prevenção seguem valendo - ressaltou o prefeito, Jorge Pozzobom.

Médicos acreditam que surto de toxoplasmose em Santa Maria é o maior do mundo

Durante o encontro, que ainda teve a participação do vice-prefeito, Sergio Cechin, da secretária de Saúde, Liliane Mello Duarte, e profissionais da Vigilância em Saúde, o Executivo anunciou a destinação de R$ 100 mil para o Programa Municipal de Desenvolvimento Rural, com o objetivo de prestar auxílio aos pequenos agricultores que ainda não estão legalizados. A proposta é orientar esses produtores quanto às exigências sanitárias e evitar a clandestinidade.

- A prefeitura apoia e estimula o produtor a fazer mais e melhor. São alternativas de prevenção, segurança e saúde. É de nosso interesse oferecer alternativas de produções para esse produtor manter a renda - comentou o secretário de Desenvolvimento Rural, Rodrigo Menna Barreto.

FISCALIZAÇÃO
Outro assunto abordado durante a reunião foi a questão da fiscalização e o trabalho das instituições em vistoriar os ambientes de produção de alimentos, com o objetivo de inspecionar as condições sanitárias e garantir que os produtos cheguem ao consumidor com qualidade. De acordo com Menna Barreto, existem 4.667 estabelecimentos cadastrados na cidade que desenvolvem atividades ligadas ao ramo alimentício.

A promotora Jocelaine Dutra Pains, que faz parte do Grupo de Combate ao Abigeato e Comércio Ilegal de Alimentos, ressaltou a importância da fiscalização constante e dos cuidados a serem tomados:

- As normas não existem para prejudicar o comerciante, elas existem para proteger os consumidores. É o momento de responsabilidade conjunta, de quem produz rever seu processo, tentar melhorar as práticas. Temos que manter a cultura de seguir a regra, pois ela existe por uma questão de segurança e saúde. 

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