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Obras abandonadas de cinco creches do Proinfância devem ser retomadas

11 Maio 2018 09:00:00

Colunista defende retomada de obra das 10 creches que foram prometidas

Jaqueline Silveira

Foto: João Alves (prefeitura)

Ontem, a prefeitura começou a remover o entulho que sobrou das obras inacabadas das cinco creches do programa Proinfância, iniciadas a partir de 2014. Construções inacabadas, dinheiro público desperdiçado, lixo acumulado e terrenos tomados pelo mato. Esse é o cenário atual dessas áreas. 

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Projetadas para beneficiar crianças da periferia da cidade, de 0 a 5 anos, as Escolas de Educação Infantil (Emeis) ficaram pelo meio do caminho depois que a empresa vencedora da licitação abandonou as obras. Agora, a prefeitura de Santa Maria recebeu o aval do Ministério da Educação (MEC) para retomar as construções das cinco: Residencial Lopes, Nova Santa Marta, Vila Medianeira, Diácono João Luiz Pozzobon e Loteamento Monte Bello.

Inicialmente, será realizada a limpeza dos terrenos para, futuramente, iniciar as construções, já que pouca coisa do que restou poderá ser reaproveitada. Ontem, o prefeito Jorge Pozzobom (PSDB) e a secretária de Educação, Lúcia Madruga, acompanharam o início da remoção dos entulhos no Residencial Lopes. Bancadas com os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as creches terão os processos estruturais adequados para, depois dos ajustes, abrir o processo de licitação. De acordo com a maior demanda, as obras priorizarão, primeiro, Monte Bello, Diácono João Luiz Pozzobon e Santa Marta.

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Será um longo processo, desde as adequações dos projetos, passando pelo processo licitatório até o início e a conclusão das obras. Contudo, é um alento para as crianças que vivem em áreas de vulnerabilidade social.

Enquanto é projetada a retomada de cinco creches, as Escolas de Educação Infantil da Vila Brenner e do Loteamento Cipriano Rocha, construídas com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), devem ser inauguradas até o mês de julho. Já o funcionamento deverá levar mais tempo, pois depende da compra do mobiliário e da contratação de pessoal.

Acho que a prefeitura tem de fazer todo o esforço para levantar as 10 creches anunciadas inicialmente pelo Proinfância e não só essas cinco. Nos lugares onde se erguem escolas, a violência tende a ser aplacada. 

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