contatos Assine

Morreu taxista Jefferson Batista Druzian Togni

08 Janeiro 2018 00:00:00

Taxista dedicado, ele é motivo de muito orgulho para toda a família

Fotos: Arquivo Pessoal/


Apaixonado pela esposa desde a primeira troca de olhares, Jefferson Batista Druzian Togni, 52 anos, foi um marido companheiro e carinhoso para Nair Teresinha Fernandes Togni, 51, durante as mais de três décadas em que permaneceram casados. Togni estava dentro de um ônibus, e Nair, na parada em frente de casa, no Bairro Itararé, quando ele a viu. Determinado, desceu do coletivo e foi até a amada para conhecê-la. Eles namoraram por três meses, casaram-se e foram viver juntos na Cohab Santa Marta.
- Ele era um pai bem rígido, mas também era muito brincalhão - relembra Nair.
Por mais de 30 anos, Togni trabalhou como taxista. Ele também desempenhou outras funções, em outras cidades, mas, assim que teve a oportunidade, retornou para Santa Maria e para o emprego que adorava. Há dois anos, ele conseguiu sua próprio prefixo e tinha como ponto a Alameda Buenos Aires, perto do Fórum de Santa Maria.
- Era um profissional muito capacitado, muito ativo e presente aqui na companhia. Uma vez, um passageiro esqueceu a carteira com todos os documentos e uma quantia em dinheiro em um dos carros. Nós entramos em contato com os rádios dos táxis, e o Jefferson já estava a caminho para devolver os pertences. Hoje, o moço é um dos nosso clientes mais ativos - recorda o presidente da Associação dos Condutores de Taxi de Santa Maria (Atasm), Volmar Pedrozo de Arruda.
Togni chegava em casa e falava sobre o dia com a esposa, enquanto ela cuidava da alimentação dele.

- Ele tinha problemas com o fígado, então, não podia comer comidas gordurosas. Eu fazia tudo da maneira mais saudável possível, mas, às vezes, cedia e preparava uma lasanha, que era o prato favorito dele - conta Nair.
O casal teve dois filhos, Naiferson, 30 anos, e Wellyson, 18. Além disso, Togni também era muito apegado ao único neto, Weslley, 1 ano e 4 meses. O taxista não saia para trabalhar sem, antes, passar na casa do filho e encher o neto de beijos e abraços.
- Eu comecei a gostar de cavalos quando o pai me levava para ver as corridas. Eu comecei a laçar e ele sempre ia ver meus treinos. Essa força dele foi fundamental. O pai é motivo de muito orgulho para nós - diz o filho Wellyson.
Togni ficou internado por 29 dias no Hospital Universitário de Santa Maria, mas morreu em 21 de dezembro e foi sepultado no mesmo dia, no Cemitério São José, em Santa Maria.


Morreu funcionária da Universidade Federal de Santa Maria Antoninha dos Santos Pache

OUTROS FALECIMENTOS EM SANTA MARIA E REGIÃO

Funerária Cauzzo 
22/12
Nisareti Marisa Dibi, aos 62 anos, foi sepultada no Cemitério Ecumênico Municipal, em Santa Maria
Francisco Peres da Silva, aos 68 anos, foi sepultado no Cemitério Ecumênico Municipal, em Santa Maria

23/12
Susi Correa Domingues, aos 102 anos, foi sepultada no Cemitério Ecumênico Municipal, em Santa Maria

25/12
Vanda Costa da Rosa, aos 84 anos, foi sepultada no Cemitério de São Marcos, na localidade de São Marcos, em Santa Maria
Margarida Vilagran, aos 75 anos, foi sepultada no Cemitério Ecumênico Municipal, em Santa Maria

As informações sobre falecimentos podem ser enviadas para natalia.zuliani@diariosm.com.br ou pelo telefone (55) 3221-1616

mais sobre:

fale com a redação

quem somos
leitor@diariosm.com.br
(55) 3213-7100
(55) 99136-2472
(WhatsApp)

redes sociais
facebook
instagram
twitter
youtube

 


para assinar
(55) 3220-1717
diariosm.com.br/assinaturas

central do assinante
(55) 3220-1818
(55) 99139-5223
(WhatsApp, apenas mensagem de texto)

para anunciar
(55) 3219-4243
(55) 3219-4249