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Morreu fundador da associação de diabéticos Hermínio Corrêa Flores

04 Maio 2018 12:00:00

Ele será lembrado sempre pelo jeito afetuoso e competente. Confira outros falecimentos em Santa Maria e região

Fotos: Arquivo Pessoal


Aos 82 anos, Hermínio Corrêa Flores, chamado carinhosamente de Mino, tinha paixão por estar na presença da família. O idoso adorava se reunir para assar um churrasco e conversar com a esposa, Carolina Silva Flores, 77, com quem foi casado por 57 anos, o único filho, Carlos Eduardo da Silva Flores, 54, a nora Patricia Wienandts Flores, 55, o único neto e grande amor da vida dele, Kauê Wienandts Flores, 25, e a noiva dele, Elisa Bronzatto Friederich, 26. 

De personalidade forte e marcante, o idoso também gostava muito de ajudar a quem quer que precisasse. Além disso, era muito afetuoso com os sobrinhos e com os amigos. De acordo com a nora, o sogro era muito grato à família, mas, sobretudo, a Carolina, por todos os cuidados que a esposa tinha com ele.

- Como seu Mino tinha diabetes, minha sogra estava sempre cuidando da saúde e do bem estar dele. Os dois eram completamente apaixonados e se davam muito bem - lembra ela.

Ele foi um dos fundadores da Associação Riograndense de Apoio ao Diabético em Porto Alegre, onde atuou por 20 anos como voluntário. Depois de voltar para Santa Maria, ele foi ser voluntário na Associação dos Diabéticos de Santa Maria. Ele trabalhou por mais de uma década na instituição e ia ao local duas vezes por semana, para trabalhar na diretoria.

- Ele sempre atuou na diretoria da associação. Na administração atual, ele foi o segundo tesoureiro. Seu Hermínio veio só para agregar valores para nós. Ele era um irmão e um amigo para nós e tinha um grande caráter. Muito inteligente, ele trouxe o conhecimento dele de Porto Alegre e compartilhou conosco. Era muito bondoso e generoso. Vou lembrar sempre dele, com muita saudade e carinho - diz a enfermeira aposentada Cleusa de Souza Trindade, 69 anos.

Ela trabalhava na associação junto com Flores e acrescenta que o idoso não era muito de falar, mas, sim, de agir. Segundo Cleusa, o colega fazia questão de que o trabalho ficasse o mais perfeito possível.

Flores também trabalhou por 25 anos na Cooperativa da Viação Férrea do Rio Grande do Sul e adorava o que fazia. Mesmo aposentado, continuou trabalhando na Tratorlândia, em Porto Alegre, por 20 anos, ao lado do filho.

O passatempo preferido do idoso era assistir jogos de voleibol e futebol pela televisão. Ele era torcedor do Flamengo, do Rio de Janeiro, e do Riograndense, de Santa Maria, cujo estádio ele frequentava muito quando era criança. Quando estava com boa visão, Flores também gostava de montar quebra-cabeças de mais de mil peças. Os que ele concluiu estão enquadrados na casa do filho.

- Ele era um segundo pai para mim, Tinha um bom humor constante e emanava um amor incondicional por mim. E eu sentia o mesmo por ele. Só tenho a agradecer a todos que nos deram apoio enquanto ele lutava pela vida - diz Kauê.

Flores tinha seis irmãos, dos quais só Ivone Flores Schaurich, 85 anos, ainda é viva. O idoso tratava o diabetes há 37 anos. Ele foi internado no Hospital Casa de Saúde em 11 de abril e faleceu no dia 23, de insuficiência renal. Flores foi sepultado no mesmo dia, no Cemitério Ecumênico Municipal, em Santa Maria.

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As informações sobre falecimentos podem ser enviadas para natalia.zuliani@diariosm.com.br ou pelo telefone (55) 3213-7122


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