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oituário

Morreu dona de casa Albertina Caetano de Deus Machado

30 Março 2018 13:00:00

Ela era uma mãe e avó muito disposta e querida pela família

Fotos: Arquivo Pessoal

Carismática, apegada à família e de intuição afinada. É assim que a aposentada Albertina Caetano de Deus Machado, 85 anos, será lembrada por quem convivia com ela. Nascida em São Martinho da Serra, mesmo lugar onde conheceu o marido, o pedreiro Vinícius Machado, falecido há 27 anos, ela deixa 10 filhos, netos, bisnetos e tataranetos.  

Sempre disposta, além de cuidar da casa, encontrou no trabalho informal uma maneira de ajudar nas despesas da casa. Não tinha por hábito reclamar. Muito pelo contrário. Em meio a dificuldades, foi encorajadora, otimista e batalhadora.

Para a filha Noeli de Oliveira Machado, 49 anos, fica o exemplo de companheirismo dos pais, que foram casados por mais de 40 anos. Ela conta que Albertina adorava reunir as quatro gerações. Um almoço ou uma roda de chimarrão eram excelentes ocasiões para ela encher de mimos cada familiar:

- A mãe conseguia dar atenção para todos. Era conselheira, respeitadora e boa companhia. Era discreta. Não gostava de opinar em questões alheias, porém, era solícita quando precisavam de ajuda.

Albertina era daquelas mães que conhecia as pessoas e ensinava pelo olhar. Sensível, sabia quando os filhos estavam em más companhias e não cansava de alertá-los a respeito dos perigos e armadilhas do mundo.

- Ela nos deu princípios. Honestidade, trabalho e consideração com os outros eram a sua marca. A mãe vai fazer muita falta - afirma Noeli.

Vilnei de Oliveira Machado, sexto filho de Albertina, concorda com Noeli. Para ele, o principal legado da mãe é a maneira como ela tratava as pessoas.

- Sempre vou lembrar da comidinha caseira da mãe. Ela adorava um bom mate. Tomava chimarrão o dia inteiro - conta Machado, que é pedreiro.

Para o neto, Fábio Machado, 26 anos, a avó era daquelas pessoas sem maldade, de coração puro, que repartia o que tinha e de uma fé exemplar.

- Ela gostava tanto de escutar louvores e de participar de reuniões de oração. A vó me pediu para seguir o Evangelho e criar meu filho no caminho do bem. Há um versículo bíblico que diz: "Combati o bom combate, completei a carreira e guardei a fé". É nesta verdade que confio. Deus a recebeu no céu - conclui o neto.

Albertina morreu no dia 26 de fevereiro devido a complicações decorrentes de um tumor.

Ela foi sepultada no dia seguinte no Cemitério Ecumênico de Santa Maria. 

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