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obituário

Morreu doceira Maria do Carmo Leite Amaral

09 Fevereiro 2018 12:30:00

Sempre de bem com a vida, ela adorava cuidar da família. Confira outros falecimentos em Santa Maria e região

Fotos: Arquivo Pessoal


A aposentada Maria do Carmo Leite Amaral, 81 anos, era daquelas pessoas que se alegravam com as coisas simples e essenciais da vida: a companhia de pessoas queridas, um belo risoto e um doce de leite ou de abóbora, de preferência, os feitos por ela. Sempre cuidadosa com a aparência, adorava se arrumar, pegar o ônibus para fazer um passeio na cidade ou uma visitinha às amigas. Em casa, além de cozinhar com excelência, entretinha-se em meio às costuras, feitas com muita delicadeza para agradar os netos.
Segundo o único filho de Maria do Carmo, Gedeon Soares Leite, 52 anos, a mãe era uma doceira de mão cheia. Ambrosia, doce de abóbora, batata ou laranja, geleias de vários sabores. Quem fosse visitar a aposentada, deveria estar pronto para se deliciar com os quitutes, sempre oferecidos com um sorriso largo no rosto. 
- A mãe não reclamava da vida. Acreditava que havia saída para tudo. Há 15 anos, ela havia vencido um câncer que voltou recentemente. Mesmo assim, tinha esperança de ficar boa e viver mais tempo. Enfrentou a doença com coragem e, consciente do seu estado, faleceu em casa, segurando a minha mão e as mãos de Nássara, minha primogênita. 
Além de Nássara, 21 anos, Geisson, 17 anos e Naíssa, a caçulinha da família, 2 anos e 4 meses, também eram netos de Maria do Carmo.
- Aos nove anos, decidi morar com a vó e foi um tempo muito feliz. Cuidávamos uma da outra, conversávamos, éramos mais do que avó e neta. Ela era tão alegre! Lembro que esperava eu chegar da aula para me contar a novela. Ela vivia só para nós - conta.
A funcionária pública Angélica Oliveira Leite, 40 anos, mãe de Nássara e Geisson, afirma que a vontade de viver de Maria do Carmo era contagiante. Com ela, Angélica aprendeu a cozinhar e a preparar pratos variados.

A editora de imagens Adriana Miranda, 48 anos, mãe de Naíssa, define a sogra, com quem aprendeu a fazer doces, como uma pessoa muito alegre e que tinha um amor imenso pelos netos.
- Antes do agravamento da doença, ela era dinâmica, disposta a ajudar, adorava arrumar a casa e sua ligação com a família era admirável - lembra.
Em consequência de complicações de um câncer de intestino, Maria do Carmo faleceu em casa, no dia 23 de janeiro. Ela foi sepultada no Cemitério Ecumênico Municipal, no dia seguinte. 

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