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Educação

Reforma na Coronel Pilar deve começar na primeira quinzena de janeiro

29 Dezembro 2017 12:43:00

Escola aguarda serviço desde a tempestade de 19 de outubro

Joyce Noronha


Fotos: Gabriel Haesbaert (Diário)/Estrutura da Escola Coronel Pilar ficou bastante danificada com a tempestade de outubro

A direção da Escola Estadual Coronel Pilar, no Bairro Nossa Senhora das Dores, em Santa Maria, ainda espera a chegada da empresa que vai fazer a reforma no colégio, que está interditado desde o dia 19 de outubro, após a tempestade que causou danos por toda a cidade. De acordo com o secretário estadual de Obras Públicas, Saneamento e Habitação, Fabiano Pereira, o Estado ficou sabendo, apenas no dia 15 de dezembro, que a primeira empresa selecionada para o serviço estava impedida de ser contratada pelo governo. 

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Na época, um prazo de 10 dias foi divulgado pela pasta para a contratação da segunda colocada na dispensa por emergencialidade, a Projeta Engenharia, que, conforme o secretário, é de Lajeado. A empresa foi notificada. Segundo Fabiano, na semana passada, representantes da construtora foram até a Coronel Pilar para verificar a situação do prédio e avaliar se o valor solicitado para o serviço, de R$ 68 mil, será suficiente - a empresa primeira colocada havia pedido R$ 62 mil para fazer o trabalho.

Contudo, a documentação para contratar a empresa tramita na Secretaria Estadual de Educação (Seduc), segundo o titular de Obras. Porém, Fabiano acredita que o contrato será assinado na primeira quinzena de janeiro. Depois que o documento estiver firmado, a empresa tem cinco dias para montar o canteiro de obras e iniciar, oficialmente, o serviço da reforma.

- Depois que começarem a obra, eles têm o prazo de 90 dias para concluir, mas acho que é possível acelerar tudo e fechar em uns 60 dias ou menos. Queremos que chegue março com a escola pronta e que os alunos comecem o ano letivo de 2018 de casa nova - diz Fabiano.

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A assessoria da Seduc informa que será necessário levar a documentação da nova empresa ao departamento jurídico da pasta e à Contadoria e Auditoria-Geral (Cage) antes das assinaturas do proprietário da construtora e dos secretários de Educação e de Obras, Saneamento e Habitação. Esse processo é o que avalia se a empresa está apta a ser contratada pelo Estado. Se estiver tudo certo com a documentação, o contrato será assinado, e a construtora poderá começar o serviço.

DIÁLOGO

O coordenador adjunto da 8ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Alaor Chagas, conta que, na quarta-feira, foi a Porto Alegre para uma reunião com o secretário estadual de Educação, Ronaldo Krummernauer, sobre a situação da Coronel Pilar. Ele lembra que a obra já deveria ter começado, mas, pela situação da empresa selecionada em primeiro lugar, não foi possível. Mas Alaor diz que a Seduc e a Secretaria de Obras Públicas, Saneamento e Habitação tratam do processo com a maior rapidez possível.

De 19 de outubro a 17 de dezembro, os alunos da Coronel Pilar ficaram sem aulas. Agora, eles estão em salas emprestadas pela Escola Estadual Rômulo Zanchi, no Bairro João Goulart, a cerca de um quilômetro da Coronel Pilar.

8ª CRE PEDIU MAIS SALAS PARA ATENDER OS ALUNOS

Com a incerteza de quanto tempo os estudantes da Coronel Pilar vão ficar alojados na escola emprestada, o adjunto da 8ª CRE, Alaor Chagas, conversou com a diretora da Rômulo Zanchi, Jane Zorzi, para estudar a possibilidade de disponibilizar mais salas aos visitantes. O colégio anfitrião também está em aulas, pois faz a recuperação do período de greve da rede estadual, que teve 94 dias de paralisação.

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A diretora da Coronel Pilar, Eli Corrêa, diz que, atualmente, algumas turmas têm aulas na mesma sala, o que dificulta o andamento das atividades letivas. Ela agradece pela cedência estrutural feita pela professora Jane, mas entende que ter um pouco mais de espaço seria benéfico.

A diretora do Rômulo Zanchi comenta que, como a escola é grande, algumas salas estavam em uso como depósito, mas a equipe da instituição já começou a retirada dos materiais e a limpeza para ceder o espaço aos visitantes.

- Como educadora, é meu dever ajudar, recepcioná-los e deixá-los à vontade. Com um pouco de paciência e trabalho, acredito que, a partir de 2 de janeiro, os alunos da Coronel Pilar consigam estar nas salas novas - comenta Jane.

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