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Opinião

Fugir de Ypiranga e Aimoré nas semifinais foi um grande negócio

11 Maio 2018 20:18:00

Não há como competir, financeiramente, com um time que montou o seu elenco pensando na Série C do Brasileirão

Pedro Pavan

Foto: Gabriel Haesbaert (Diário/Arquivo)

É consenso entre todos os profissionais que acompanham a Divisão de Acesso que o bicho-papão de 2018 é o Ypiranga, de Erechim. Não há como competir, principalmente por questões financeiras, com um time que montou o seu elenco pensando na Série C do Brasileirão. Apesar de ter um orçamento considerado enxuto para uma competição nacional, cerca de R$ 120 mil de folha salarial, a equipe do norte gaúcho tem três vezes mais em caixa do que o orçamento disponibilizado ao Inter-SM, que gasta cerca de R$ 40 mil mensais com pagamento de jogadores.

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Olhando por esse viés, a derrota de 3 a 1 para o Aimoré, na última rodada da primeira fase, não foi tão ruim assim para o grupo do técnico Vinicius Munhoz (foto). Mesmo que os alvirrubros tenham caído para terceiro lugar e decidam vaga às semifinais em Vacaria, contra o Glória, um possível enfrentamento diante do Ypiranga só poderá ocorrer na final, quando já serão conhecidos os dois times que sobem ao Gauchão de 2019.

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Outro bom negócio foi escapar do próprio Aimoré, que também está do lado de lá da chave, e é forte candidato pelo investimento a partir da verba garantida pela participação na Copa do Brasil de 2018 (R$ 500 mil). 

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