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O elenco do acesso

ESPECIAL: O Pardal que virou Padel

14 Fevereiro 2018 13:00:00

O apelido de infância que acompanha o único lateral gaúcho do elenco até hoje

Naiôn Curcino

Foto: Gabriel Haesbaert (Diário)

Dos quatro laterais, o único que não foi comandado por Vinicius Munhoz em outras oportunidades foi Deni Alexander da Silva Bastos, 23 anos, mais conhecido por Padel, como ele prefere ser chamado. A origem do apelido você conhecerá nas linhas abaixo. Nascido em Santo Ângelo, fez praticamente toda a carreira no time de mesmo nome. Começou em 2010 e, três anos depois, já estava no profissional. No ano seguinte, fez sua estreia. Em 2014, atuou a temporada toda como titular, assim como em 2015. As boas atuações pelo time das Missões, que chegou nas fases finais da Divisão de Acesso naqueles dois anos, chamaram a atenção do Juventude. 

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Em Caxias do Sul, jogou o segundo semestre de 2015 pela equipe sub-20, onde foi companheiro do zagueiro Paulo Henrique, que ele reencontra agora no Inter-SM. Com bom desempenho, foi alçado aos profissionais pelo técnico Antônio Carlos Zago e chegou a fazer a pré-temporada no início de 2016. Porém, por situações que desconhece, acabou não tendo o contrato renovado. 

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Após a frustração, nada melhor do que voltar para casa. Em 2016, disputou o Acesso novamente pelo Santo Ângelo. Mas uma lesão no púbis fez com que ele ficasse parado no segundo semestre, para voltar em 2017. Foi o que aconteceu. No Santa Cruz, adversário do Inter-SM no ano passado, chamou a atenção de Munhoz. 

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- Tinha jogado contra o Inter-SM no ano passado, e o Munhoz disse que queria contar comigo. O projeto do clube me atraiu bastante. Hoje o Interior está muito parecido, mas, no ano passado, o Inter-SM mostrou um diferencial - justifica. 

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O curioso sobre o jogador é o seu apelido: Padel. Segundo ele, na rua em que morava, em Santo Ângelo, quando tinha uns 8 anos, havia um homem cujo apelido era Pardal. Os pais do então Deni pediam para que esse homem, que morava em um albergue, cuidasse da casa deles. Como era pequeno, o hoje jogador não conseguia pronunciar Pardal, e o chamava de Padel. Foi então que os seus amigos colocaram o apelido que carrega até hoje. O detalhe é que, depois, Pardal acabou assassinado, mas o apelido ficou. 

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- Prefiro que me chamem de Padel. Deni é muito estranho, só a minha avó e a minha mãe me chamam assim - brinca.

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